Instituição

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A Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo, foi fundada por iniciativa do Reverendo Padre António da Rocha Reis, que paroquiou esta Freguesia desde Outubro de 1937 até Março de 1953. Após a vinda do Padre Reis para esta Freguesia e valendo-se da influência junto do Governo, conseguiu do Ministério das Corporações e Previdência Social, o Alvará da Fundação da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo, por despacho de 24 de Junho de 1938, com base no Dec-Lei Nº 23051.

Depois de iniciadas as obras, no Edifício foi inaugurado em 06 de Abril de 1941. Este Edifício foi construído em duas fases; a primeira, foi a construção da Sala de Espetáculos e Dependências Administrativas e a segunda a Creche.

Neste Edifício funcionou durante muitos anos os Serviços Médicos e a Sociedade Columbófila, que abandonaram o mesmo, indo para o Edifício da Junta de Freguesia.

Datas Importantes:

Data da Fundação: 24-06-1938
Data da Publicação dos Estatutos no Diário da República:  22-12-2004

 

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo

Data da fundação: 10 de Maio de 1953

Grupo está inserido na Associação Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo.

 

Breve história do Grupo Folclórico:

O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo pertence geograficamente ao Douro Litoral, o qual representa.

O grupo tem influências sociais das classes: lavradores, pescadores, costureiras, principais atividades da freguesia de Santa Cruz do Bispo, nos finais do século XIX, princípios do século XX, e também é influenciado pelas classes abastadas dos emigrantes brasileiros que construíram os seus solares em Santa Cruz do Bispo, onde, ainda hoje, se podem admirar alguns.

Lavradores, proprietários e Casa de Lavoura, estavam bem representados em Santa Cruz do Bispo. Algumas famílias de pescadores também moravam em Santa Cruz do Bispo.

A antiga Quinta dos Bispos também estava relacionada, nessa época, com a agricultura.

A indústria era pouco representativa.

Santa Cruz do Bispo também teve realeza: A Viscondessa de Santa Cruz do Bispo, Dona Maria Dias de Sousa, que casou com António Francisco Pereira, um marítimo que foi capitão da Marinha Mercante.

Resumindo:

O folclore emerge da confluência indefinida de costumes, crenças, músicas, danças e do conjunto de coordenadas que formam a alma popular.

Missão:

Compreendemos a criança como um ser global e defendemos que o educador deve respeitar o seu ritmo individual, em todas as áreas do seu desenvolvimento.

Para nós, a criança é um ser autónomo e ativo. Pretendemos ajudá-la a auto-construir-se, para se revelar um adulto critico, capaz de se afirmar com as suas características e diferenças pessoas perante a sociedade.

Entende-se facilmente que as nossas finalidades educativas, não sejam preparar a criança para o mundo do trabalho, mas sim, ajudá-la na sua formação pessoal e social.

 

Visão:

“ A educação deve compreender-se não pela hereditariedade, não pela socialização, mas pela sociogénese – desenvolvimento da capacidade de se relacionar com os outros  - na riqueza da reciprocidade entre a variedade das circunstâncias e a convergência das atividades de cada personalidade, com um espaço próprio para agir.”

 

                                    (Cadernos de Educação, n.ºs 2 e 8 )

 

Completando esta definição, a equipa educativa desta instituição, entende também por Educação: o desenvolvimento harmonioso integral da criança, tendo em conta as suas características, em cada momento da sua vida.

Consideramos, portanto, que a Educação não é um fim em si mesmo mas um meio, um processo que fomente a integração da criança na sociedade.

Defendemos que a função da educação, seja criar cidadãos participativos, construtores e críticos da sociedade e do mundo.

 

Valores da Instituição:

Sabemos que a criança é um ser que se liga aos outros por laços dominantemente afetivos e apenas aceitará o quotidiano da Instituição se aí encontrar uma relação afetiva próxima da que tem com a família.

Temos consciência dessa realidade e propomo-nos a respeitar individualmente cada criança.

ASSEMBLEIA GERAL

PRESIDENTE: Dr.ª Isolina Maria dos Santos Paiva Antunes

1.º SECRETÁRIO: Dr.ª Alexandra Garcia F. Rocha F. A. Barbosa

2.º SECRETÁRIO: Dr.ª Sandra Cristina Ferreira Alves Pérola

 

DIREÇÃO

PRESIDENTE: Paulo Jaime Cabral Barros Nogueira

VICE-PRESIDENTE: Dr. João Paulo dos Santos Almeida Barbosa

SECRETÁRIO: Márcio Filipe Ribeiro Santos Pérola Alves

TESOUREIRO: Eng.º Joaquim Manuel Robalo Antunes

VOGAL: Dr. Bruno Filipe Machado Pinto

SUPLENTES

Sérgio Miguel Soares Madureira

Maria Aurora Costa Magalhães

 

CONSELHO FISCAL

PRESIDENTE: José Manuel Vinha Monteiro

1º VOGAL: Dr. Domingos Paulo Moutinho Soares Lopes

2º VOGAL: Dr.ª Isaura Margarida Mendes de Araújo Vilela

SUPLENTES

Dr.ª Maria Cristina Ramos Moreira Carvalho

Dr.ª Paula Manuela Dias Monteiro

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